6 de setembro de 2010

Vacanze, dai ?!

E QUESTA È LA MIA ITALIA. MI VEDE? NON? PROPRIO
LÍ NELLA MACCHINA ROSSA...
Che la libertá può essere sempre insieme a te.

Questo clima di Vacanze dell sete di Setembre, tutti viaggiando, e solo io qui senza andare a nessun posto mi ha fatto ricordare di questo testo che ho fatto nell'anno scorso....E questi sono tutti veri pensamenti. Come direbbe in inglese : "Enjoy yourself!".   
Nel Brasile ci sono vacanze per i brasiliani e per gli stranieri, perché, i brasiliani sono divisi in tre gruppi; mentre che gli stranieri costituiscono un unico gruppo.
Quando luglio arriva i brasiliani restano contenti perché significa che loro possono finalmente smettono di lavorare, dunque, loro fanno le valigie e vanno via.
Gruppo Uno: I Seguaci Degli Osteli
Questo gruppo si caraterizza per essere molto unito; è quella famiglia più sfavoreggiata che non può viaggiare all'estero (Soltanto se consideriamo la campagna di Sao Paolo como un'estero) Io per esempio raccomando, per propria sperienza dormire nella casa di un famigliare, però, non domenticare la torta per il suo famigliare (c'è il rischio di espulsione). In questa scursione sta incluso conoscere la piazza della città, la prefettura e gli altri parenti che ancora non conosce. Il costo varia, però sta sempre incluso il pedagio ( e puoi fare una visita a Santos).

Gruppo due: I Casalinghe
Questo gruppo rimane a casa durante le vacanze, e la famiglia è felice perché non sta lavorando o studiando. Estero? "Io amo il mio paese, specialmente la mia casa", dicono.
In questa scursione sta incluso guardare la TV tutti i giorni e dormire a lungo di sera.

Gruppo tre: I Risparmiatori
Nonostante le vacanze di queto gruppo succede di venti in venti anni, è una vacanza indimenticabile, perché questa famigla ha lavorato a lungo per farla.
In questa scursione sta incluso l'albergo e un giro nella città.

Abbandonando un pó il Brasile, parliamo degli stranieri, che come ho detto, formano un solo gruppo.
Gli stranieri in Brasile:
Tutto comincia a "Rio de Janeiro", perché hanno una fissazione per la "cittá meraviglosa", dunque, conoscono il "Cristo" e il "Pão de Açúcar", e sta incluso un tour per i bassifondi, o le "favelas", e lì, se non sono rapinati, ritornano al pullman. Se il viaggio non finisce qui, possono proseguire all'Amazonia, che sempre sorprende tutti, però l'immagine che loro portano di Brasile, non è sempre la migliore.

Insomma, se tu vuoi avere meravigliose vacanze, io raccomando: Vada a "Serra da Cantareira" un posto dove puoi viaggiare per molti luoghi senza lasciere la serra, ti sentirai scalando una catena di montagne e quando arivare nella città di campagna ( lí c'è una piazza, è molto calmo e non c'è cinema) dunque, se sei uno straniero, puoi vedere una parte della floresta Amazzonica, con piantaggioni di caffè dell'epoca quando il Brasile era colonia, posso anche essere uma guida turistica e presentarvi tutti i bufali dell'università della sega, e dopo c'è un'orma per andare di bicicletta, dove puoi conoscere molti animali esotici e inoltre puoi vedere tutte le sttele di sera.
Beh' adesso puoi scegliere quali gruppo fai parte e Buon Viaggio!

                  

3 de setembro de 2010

Ensaio Sobre Religião

E que o Eu-lírico emane de todos nós. Amém.
Vamos falar de coisa séria: Religião. O tom é sério mesmo, pois apesar de nunca saber realmente porque, a ânsia por saber mais de tudo sempre deve inundar os corações dos humanos. O único jeito de saber que você é, e o que quer é esse. O saber é a chave para as desgraças que afligem a humanidade, é a porta para que todos vivam melhor é o caminho para a luz eterna e elevação espiritual, a inspiração é o meio de expressar-nos conscientemente. Quero dizer que um dia eu estava lá, quieta no meu cantinho gostoso da janela e comecei a pensar ( apesar de tudo ainda faço isso às vezes) :


E era aula de Literatura. Primeira aula, com a classe na penumbra e os slides iluminando alguns rostos, que lutavam por manterem-se acordados. Claro que lá estava eu, atenta à matéria, sempre fui assim, nunca consegui não prestar atenção à o que um professor estava dizendo; as informações me fascinavam, eu tinha uma ânsia por aprender tudo o que me ensinavam; atitude essa que me taxou de nerd durante toda minha vida escolar. Mas a verdade era que eu gostava do que fazia, e se era aquilo que me foi destinado à fazer eu tinha que fazê-lo da melhor forma possível, porque afinal, era a única coisa que eu precisava fazer por enquanto, então era minha função.

Quando voltei de uma pequena divagação, a professora iniciou seu discurso: Parnasianismo. Comentamos sobre Édipo rei, e chegamos à questão fundamental da aula- fundamental em partes, apenas para explicar o que era ser dionisíaco e apolíneo- e ela lançou a questão no ar: Deus existe?- e alguns responderam um sim vociferado, alegando fé. Outros, bem poucos, disseram que não, pois nunca haviam visto-O.

Se Deus existe? Era uma questão complexa, me fiz várias vezes essa indagação, sobre Ele e sobre Jesus. Me perguntei várias vezes também porque ao citarmos seu nome em um texto utilizamos a letra maiúscula. Quem é esse deus chamado Deus, que tem um substantivo próprio como nome, mas não é alguém real, concreto? Para os mais cultos, uma bengala para àqueles mais simplórios, uma forma abstrata que ajuda os “mortais não-intelectuais” a sobreviver. Cheguei uma vez em minha vida a acreditar nisso; que Deus era uma desculpa para o que não se compreende, porque a humanidade tem essa mania, admito. Com Deus é assim; atribuem à Ele a graça alcançada e O culpam pelas desgraças ocorridas.

E até me proclamei atéia diante de meus pais; Era engraçado dizer isto à outras pessoas, que logo me indagavam: Mas você não acredita em nada?Mas nós temos que acreditar em alguma coisa. E no final descobri que tinham razão; nós humanos somos extremamente fracos diante dos problemas, necessitamos de uma fonte inesgotável de pedidos para nos sentirmos bem; precisamos de uma fonte inesgotável que ouça nossas reclamações, e nada mais correto em direcionar estes sentimentos para alguém sagrado; isso faz com que as pessoas se sintam bem, faz com que elas tenham, independente de onde estejam, um forte seguro, alguém que sempre está de ouvidos abertos.

É estranho como somos fracos; comecei a perceber que todas as vezes que eu precisava, clamava-O, ou pelo menos pedia alguma coisa, isso para alguém que achava que tudo era sorte e ciência, era algo sem nexo.

Por conta disso passei a estudar as religiões, observá-las de perto mesmo. Li o começo da Bíblia, não concordei com nada do que estava escrito lá e quando estudei ao longo dos anos a posição do clero, da Igreja Católica nas aulas de história, passei a repudiar o catolicismo, não os cristãos, nem Cristo, mas os dirigentes, os papas, os sacristãos, este clero que sempre era o primeiro Estado, sempre estava no ápice da pirâmide social; simplesmente a Igreja Católica nunca fez sentido para mim, era mais como uma instituição que promovia idéias, e era só isso que fazia. Claro que eu odeio generalizações, nem todos da igreja são assim, no entanto, ficava decepcionada com as igrejas construídas com aspectos barrocos e pinturas mirabolantes enquanto haviam pessoas do lado de fora da igreja passando fome e sem ter um teto para residir; e isso me cansou, os padres ensinam a palavra de Deus, de que inclusive deveríamos repartir, mas surpreendentemente são raras as vezes que um padre dá abrigo à algum necessitado, ou distribui alimentos; sua caridade restringe-se à palavra, e mesmo sabendo que existem exceções, a critico pelo seu passado repugnante de preconceitos e abusos.

Passei então a me interessar pelo espiritismo, virei uma “anti-umbandista”, respeitadora de suas crenças, mas perplexas com seus costumes.

Fiquei furiosa com aqueles que taxam o espiritismo de macumba; esses inúteis, precários de conhecimento efetuam o tão discutido pré-julgamento e acham que a umbanda é igual ao Kardecismo.

Alan Kardec, kardecismo, essas palavras foram me invadindo. Eu já acreditava em reencarnação, nos espíritos, no perispírito. E para sabedoria de todos, o centro espírita, não é um local obscuro, com velas e incensos. Os kardecistas são alunos dos ensinamentos do Evangelho Segundo o Espiritismo.

Demorou para que eu conseguisse aceitar os fatos de que tudo o que o evangelho diz é verdade, e até hoje não estou muito convencida, nenhuma obra é verdadeira em sua totalidade, veja que estou tentando provar até hoje que água tem gosto, apesar de não conter compostos de carbono; nem a ciência é perfeita, essa aí é a que possui mais falhas. Hoje, no entanto, não tenho dúvidas de que existe a tão discutida “vida após a morte” e reencarnação, isto foi a única explicação que considerei plausível para explicar vários fatos que a ciência não explica como um jovem talento de seis anos que toca piano sem ter tido aulas, ou porque há diferentes níveis de inteligência nas salas de aula, só pode ser o número de vidas pelas quais cada um passou, a bagagem de cada um como gosto de chamar.

Claro que eu não deixei com tudo isso, de acreditar em mim mesma, sendo chata o bastante para citar um Best-seller, deixo que os ensinamentos de “O Segredo” são reais, são coisas óbvias, se qualquer pessoa mentalizar alguma coisa, esta coisa virá, não há dúvida, todos nós possuímos o poder mental necessário para criar um câncer, bem como para destruí-lo. A luta, o esforço e a determinação são extremamente necessários também, não podemos simplesmente esperar sentados que nosso vizinho de cima faça um buraco no chão e acidentalmente sua TV de plasma caia em nosso sofá. O poder de nossa mente é incrível.

Todas as religiões, no entanto, ou as filosofias possuem sua parcela de razão. A Seicho-No- Ie, acredita basicamente na força do pensamento positivo; pode até parecer clichê, mas é incrível quanta força há em nossas palavras, os ensinamentos dessa filosofia são maravilhosos, nos mostram que somos para o universo, seres de ação e reação e tudo aquilo que jogarmos no universo, um dia, retorna. Mostra-nos que devemos ser reais em nossas atitudes para que deixemos transparecer nosso Eu verdadeiro, nossa Imagem Verdadeira, ou seja, devemos tratar de expressarmo-nos o mais verdadeiramente possível para que de nós emane uma atmosfera calma e que atrai as pessoas; uma pessoa que se exclui e não busca construir amizades, nem passa por provas de caráter e de vida , como obstáculos, nunca descobrirá realmente qual sua verdadeira missão neste mundo terreno.

Ambas as Doutrinas, o kardecismo e a Seicho se aproximam no que diz respeito ao tratar bem os semelhantes, construir uma vida equilibrada, no entanto a primeira preza mais o estudar da filosofia, o compreender para transcender e evoluir, enquanto que a segunda preza mais a repetição daquilo que se quer atingir, o pensar que determinada coisa já está realizada no Plano Espiritual.

Voltaremos a falar disso, não se preocupe..Ah, se você gostou, opinalá em baixo e comentaê!! F G of Sake!

28 de agosto de 2010

Ser ou não ser: Vegetarianismo

Pode comer, está prontinho aí.... Esta foto é de uma mini fazenda dentro de um
shopping em Mairinque, é o Rota 66, muito bom por sinal.
Claro que meu segundo post tinha que ser sobre isso...
Atenção para situação típica do meu dia a dia:
-Pega uma coxinha! Come, querida! (mãe dos meus amigos).
-Não obrigada, não como carne, sou vegetariana...
-Ah, vegetariana, sei...
A pergunta mais frequente que me fazem quando digo ser vegetariana, é por qual motivo me tornei vegetariana ; (é bom explicar aqui, porque da próxima vez mando entrarem no meu blog) Bom, eu sempre defendi basicamente as mesmas coisas desde que decidi virar vegetariana, porque não comer carne desde pequena ou não gostar de carne é uma coisa, parar de comer por força de vontade e pelo ser é outra. Inicialmente deixo claro que não parei de comer carne por motivos estéticos, quem usa desta desculpa para não comer carne não é vegetariano, só está de dieta, e aqueles que comem carne às vezes porque tiveram uma "recaída" também não. Há dois anos atrás decidi que a carne não me trazia benefício algum e parar de comer seria um passo muito pequeno em direção à elevação de cada um como ser humano, não quanto religião e sim como pessoa, esta é minha contribuição pessoal. Comendo verduras, legumes, queijos (vegetarianos não comem só folha), você fica mais leve e raciocina melhor, faça o teste. Os animais me levaram a parar também, simplesmente não consigo comer um hambúrguer ignorando que uma vida foi tirada para que eu me alimentasse de algo que , no fundo, não estava tão afim assim de comer. E há três coisas que devem ficar claras:

1- O ovo que nós compramos no mercado não viraria uma galinha (por isso não adianta tentar chocar um ovo, o máximo que pode e vai acontecer se você sentar em um ovo é...bom enfim).
2- As plantas são sim seres vivos, e até mais complexos que nós (Ciclo Haplodiplobionte?!) mas pessoal, vamos parar com essa de ficar tentando explicar sua carnivorez pra mim dizendo: Mas, você, está assassinando a alface, coitada! Sério, isso não é legal, tendo em vista que você ( É VOCÊ MESMO QUE FICA ME ENCHENDO O SACO NAS FESTINHAS) além de assassinar a alface assassina o BOI!
3- Não, eu não tenho vontade de comer carne, por isso não adianta me fazer vontade porque isso realmente não me incomoda.
4- Eu não opino na sua vida, não opine na minha. Se eu quis parar de comer carne, o problema é meu.

Dentre vários vegetarianos, sou a prova (fraquinha) mas viva de que dá sim para viver sem carne. Eu não sou, no entanto, uma naturalista que defende os ideais irracionais da PETA,  penso que ideologicamente, somos, teoricamente livres, então que cada um decida por si.
O maior problema mesmo, que é inclusive minha crítica, é o consumo globalizado de  carne; se cada família tivesse uma criação de bois, de galinhas, que seja, e utilizasse-os para alimentação estaria tudo bem, nós comeríamos racionalmente quando estivéssemos com fome, como os outros animais racionais (considerados irracionais por nós) fazem, o problema é a dona de casa consumir todo dia dois quilos de patinho e nem sequer pensar de onde aquela carne veio, preferem "não pensar nisso", devemos pensar sim nisso, deve-se consumir conscientemente e não todo dia simplesmente porque sempre foi assim. Se você tivesse que matar um porco toda vez que quisesse comer bacon, com certeza iria, no mínimo, diminuir o consumo.
Faço aqui um apelo também às lanchonetes, restaurantes, cantinas e festinhas de quinze anos: OFEREÇAM OPÇÕES SEM CARNE! (peixe e frango são carne também para quem não sabe) Os vegetarianos precisam comer!
E se você já é vegetariano, muito bem, você é um ser evoluído, que se desprendeu dos bens materiais.
Ah, dá uma olhada neste artigo muito legal, do autor Gary Yourofsky,http://feminismoevegetarianismo.blogspot.com/2007/01/o-ser-humano-herbvoro.html do qual retiro a frase: " Uma refeição vegan seria a única refeição com a qual todos os seres humanos concordariam."

20 de agosto de 2010

"Everything Parliamo Ici"

Faz muito tempo que a vontade de ter um blog surgiu (mentira, foi semana retrasada), em partes por inveja mesmo e pensamentos do tipo "também quero um" , em parte porque desde cedo a palavra escrita me pareceu o melhor meio de me expressar; Se é chato falar com o papel?- Não, não é. O papel não responde, e essa é a vantagem. Eu tenho alguns problemas ao ouvir as pessoas, estou trabalhando nisso, o ouvir é aprender, o escrever é expressar-se e o falar, bem, o falar é perder o tempo. Minha inspiração para começar a escrever (queria agradecer primeiramente à...brincadeira) foram os autores que li, e cada um deixou um pouco de si em mim. E não que seja legal filosofar não, é que escrever é uma arte; poderia somente chegar aqui e dizer: "Ahgente, dah uma olhada aê, tah uma merda mas leh ai vah!" mas digamos que se for para se expressar, expressemo-nos com classe. Se me der vontade às vezes posto um texto em inglês, italiano ou francês, isso é importante para eu treinar a escrita em outros idiomas, não estou me gabando nem nada. Essa inspiração, devo citar, que veio do blog da Kátia Veloso, minha professora de inglês (ai saco, não toh puxando o saco ok), muito bem, vamos combinar, quando eu for literária e séria, eu escrevo certo, quando for irônica escrevo errado dentro do parêntesis, ok? Então, só admiro-a por expressar-se tão bem em ambas as línguas, e o que é melhor, com um jeito muito descontraído, gostoso de ler mesmo. Espero fazer bem parecido; inteligente e divertido, como tudo deve ser.